Porto Velho, 15 de dezembro de 2025 – Em um gesto de reconhecimento pelo trabalho essencial dos profissionais que mantém a educação em funcionamento na capital rondoniense, o prefeito Léo Moraes (PODE) apresentou nesta segunda-feira (15) um Projeto de Lei que autoriza o pagamento de abono salarial de Natal aos servidores da educação básica que atuam na rede municipal. A medida busca ampliar a valorização de assistentes, monitores, orientadores, zeladores e demais profissionais de apoio que, diariamente, garantem a aprendizagem e a segurança dos estudantes nas unidades escolares.
Segundo o prefeito, a proposta representa mais do que uma gratificação de fim de ano — é um reconhecimento à dedicação diária desses profissionais que são pilares da educação pública em Porto Velho. A expectativa é que o projeto seja votado e aprovado pela Câmara Municipal ainda este mês, possibilitando o pagamento do abono já nas contas de dezembro.
“Hoje celebramos quem faz a educação acontecer — não apenas dentro das salas de aula, mas também nos corredores, nas atividades de cuidado e suporte, e em cada ação que fortalece nossas crianças e jovens rumo ao futuro”, destacou Moraes durante a apresentação da proposta.
Política ampla de valorização da educação
Essa iniciativa se soma a outras ações já implementadas ou incentivadas pela atual gestão municipal, como a implantação do piso nacional do magistério na carreira dos professores, sancionado como lei municipal e incorporado diretamente nos contracheques desde junho deste ano, e a concessão de recessos, reajustes e bonificações para a categoria educativa — frutos de amplo diálogo entre Prefeitura, sindicatos e parlamentares.
Em outras ocasiões, Léo Moraes tem enfatizado que a educação é a “profissão mãe de todas as outras” — e que servidores valorizados geram um impacto positivo direto na qualidade do ensino, na motivação das equipes e no desempenho dos alunos.
Apoio e expectativa da categoria
Representantes de sindicatos e trabalhadores da educação receberam a notícia com entusiasmo. Para muitos, o abono representa uma justa retribuição ao esforço contínuo desempenhado por quem atua nas escolas municipais — especialmente em contextos desafiadores como o atual, em que demandas sociais e pedagógicas exigem dedicação além da rotina regular.
A aproximação da gestão com as bases da educação se intensificou ao longo do ano, incluindo coletivas de imprensa e reuniões com profissionais para debater melhorias nas condições de trabalho, plano de carreira e incentivos que garantam mais estabilidade e reconhecimento àqueles que ensinam, orientam, apoiam e zelam pela formação de crianças e adolescentes.
Um Natal de reconhecimento e esperança
Com essa proposta de abono e as políticas públicas voltadas à educação, Porto Velho caminha para encerrar 2025 com avanços históricos no segmento. A gestão do prefeito Léo Moraes reforça que respeitar e valorizar os trabalhadores da educação não é apenas um compromisso administrativo, mas uma estratégia fundamental para transformar vidas, fortalecer famílias e construir um futuro de oportunidades para toda a comunidade escolar.
Se aprovada, a medida também inspirará outras esferas e municípios a adotarem práticas semelhantes em prol daqueles que, todos os dias, contribuem para a formação de cidadãos e cidadãs capazes de construir um Brasil mais justo, educado e próspero.
Foi divulgado o Projeto de Lei apresentado pelo prefeito Léo Moraes que autoriza o pagamento de abono de Natal para servidores da educação básica do município de Porto Velho. Diante disso, muitos professores questionaram se também seriam contemplados pelo benefício.
Esclarecemos que, conforme o texto divulgado até o momento, os professores NÃO estão incluídos nesse abono específico.
👉 O projeto prevê o pagamento do abono para os servidores do quadro de apoio da educação, entre eles:
- agentes de secretaria escolar;
- agentes de limpeza;
- agentes de alimentação escolar;
- inspetores de pátio;
- monitores de ensino;
- cuidadores;
- agentes de vigilância;
- assistentes;
- orientadores;
- zeladores;
- profissionais administrativos e operacionais das unidades escolares.
E por que os professores ficaram de fora desse abono?
Porque a política adotada para o magistério tem sido diferente. Os professores já foram contemplados com:
- implantação do Piso Nacional do Magistério na carreira, com efeito permanente no salário;
- reajustes previstos em legislação federal;
- direitos assegurados por plano de carreira, progressões e vantagens legais.
💬 Assim, o abono não substitui nem se compara à valorização estrutural conquistada pelo magistério, mas atende uma categoria que não recebeu reajustes permanentes recentes.
Importante destacar:
- o projeto ainda será analisado e votado pela Câmara Municipal;
- vereadores podem apresentar emendas, inclusive para ampliar o alcance do benefício;
- a mobilização e o diálogo das categorias seguem sendo fundamentais.
A escola só funciona porque professores, técnicos, administrativos, serviços gerais, vigilância, alimentação e apoio pedagógico atuam juntos diariamente.

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