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Decreto prorroga trabalho em home office para servidores públicos em Rondônia!


O Decreto n° 25.784, de 1º de fevereiro de 2021, publicado pelo Governo de Rondônia, reforça a determinação quanto aos serviços públicos no âmbito da Administração Pública Direta e Indireta, definindo que os órgãos e entidades estaduais devem dispensar, independente da Fase do Plano Todos por Rondônia, o grupo de risco do comparecimento pessoal, com desempenho laboral em regime home office.

 
O decreto, publicado na Edição suplementar 22.1, do Diário Oficial de Rondônia, de 1º de fevereiro, institui o Sistema de Distanciamento Social Controlado para fins de prevenção e de enfrentamento à epidemia causada pelo novo coronavírus (Covid-19), no âmbito do Estado de Rondônia, reitera a declaração de estado de calamidade pública em todo o território estadual.

“Prefiro Perder Um Ano A Perder Um Filho”, é a opinião de 79% dos brasileiros.

 


Érika Andreassy, 47, pesquisadora e está há quase cinco meses trabalhando em casa com a presença dos dois filhos, João Pedro Andreassy Castro, 15, e Camilo Augusto Andreassy Castro, 10, ambos estudantes de escolas públicas de São Paulo, afirma: “Está bem puxado. Aumentou muito a demanda das coisas para fazer em casa, mas acho arriscado. E se as aulas voltarem neste ano, eu não vou mandar meus filhos para a escola. Se meu filho perder um ano na escola, isso não vai fazer diferença para ele lá na frente. Mas se eu perder um filho, sim. Prefiro perder um ano a perder um filho”. ”.

Com Pandemia, obesidade dispara, mas IPAM suspende cirurgias bariátricas.


Por *Val Barreto.

 

A pandemia de covid-19 está causando um forte impacto na segurança alimentar dos portovelhenses, devido à falta de dinheiro para se alimentar melhor, ansiedade, depressão e ao sedentarismo causado ao isolamento social, o risco de obesidade disparam e não é preciso uma pesquisa mais a fundo, basta olhar nas redes sociais, que os relatos de agravos da obesidade têm crescido a cada dia, bem como a instabilidade emocional de muitos indivíduos que necessitam de atenção psicossocial para amenizar os impactos psicológicos da pandemia.

 

De acordo com relatos de vários usuários da assistência médica do IPAM - Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Município de Porto Velho, as cirurgias bariátricas foram suspensas, aumentando o risco de óbitos por covid-19. A justificativa é que a prioridade das internações é para pacientes com COVID-19, todavia, sabe-se que a cirurgia bariátrica não requer internação prolongada, o paciente que realiza o procedimento cirúrgico fica internado na unidade hospitalar por 24 horas e depois se recupera em casa.

 

A perda de peso do paciente que realiza cirurgia bariátrica já no primeiro mês significa uma melhora significativa em comorbidades como hipertensão, diabetes, gordura no fígado, falta de ar, ou seja, com a perda de peso, o paciente respira melhor, adquire mais mobilidade e com acompanhamento do nutricionista, melhora sua imunidade, pois se alimenta melhor com os nutrientes adequados a sua saúde.

Pandemia deve intensificar abandono de escola entre alunos mais pobres.



No litoral cearense, há alunos do ensino médio que já não conseguem mais acompanhar as aulas online, porque têm de trabalhar durante o dia inteiro. No interior do Piauí, educadores recorrem a visitas domésticas e vídeos motivadores para tentar atrair os estudantes que não têm aparecido nos encontros virtuais. Em São Paulo, alunos de baixa renda atendidos por uma organização sem fins lucrativos temiam "voltar para a estaca zero" nos estudos em meio à pandemia.

Em todos esses lugares, são vários os relatos de estudantes sem equipamentos ou conexão à internet, famílias em situação econômica cada vez mais frágil, professores com crescentes dificuldades em manter os alunos engajados nas aulas remotas e pais tanto ansiosos quanto temerosos pela perspectiva da volta às aulas presenciais — marcada, em alguns Estados, para agosto ou setembro.

As crianças querem retornar à escola, mas que escola encontrarão?



Por Gabriela Dourado.

Quem se preocupa com conteúdos? Nós professores, alguns pais... Mas as crianças querem muito que as aulas voltem para poder brincar com os colegas, abraçar as professoras, sentar perto dos amiguinhos e emprestar os materiais novos, querem dividir o lanche, se abraçar nas filas, pegar na mão na brincadeira de roda, querem ficar de empurra empurra "zuando" na fila... Sendo criança...

A escola que eles encontrarão será todo mundo mascarado... Dificuldade de entender o que estão falando. Proibido tocar no outro. Proibido abraçar... Proibido sentar perto. Proibido dar as mãos. Proibida qualquer brincadeira junto com o outro colega. Proibido emprestar os materiais. Proibido dividir o lanche. Quem for pra escola um dia sequer. Não vai mais querer ir... 

A escola que pra alguns já era pouco atrativa... Vai ficar assustadora, as professoras com roupa de enfermeira, médicas... Meu filho não vai... O conteúdo pra ele já está atrasado mesmo... Melhor começar do início... quando estiver tudo mais calmo. Ir pra escola no meio da guerra não dá.

10 medidas adotadas em 8 países para a retomada do ensino presencial!



Por Val Barreto.

A experiência de países como China, Coreia do Sul, Dinamarca, Finlândia, França, Inglaterra, Israel, e Portugal dão uma base  de como deve ser os cuidados na volta às aulas. No Brasil, as aulas estão suspensas em todos os estados e as escolas seguem fechadas. Entre as medidas, estão:

1. Desinfecção de escolas

2. Tendas de desinfecção dos alunos na entrada

3. Controle de temperatura

4. Uso de máscaras

5. Lavagem de mãos e instalação de torneiras

6. Grupos menores de alunos

7. Distanciamento

8. Horários diferentes de entrada e saída

9. Arejar a sala

10. Afastar professores do grupo de risco.

VOLTA ÀS AULAS: SINPROF sugere contratação de Agentes de limpeza!



Por Val Barreto.

Em reunião com o Secretário de Educação da SEDUC - Secretaria de Estado da Educação no dia (06/07) com a Comissão de volta às aulas presenciais, para tratar do planejamento dos protocolos sanitários, Raimundo Rufino dos Santos, diretor do SINPROF da Regional Mata (Rolim de Moura) sugeriu a SEDUC que seja realizada a contratação de Pessoal de apoio para realizar a higienização das escolas para retorno da volta às aulas presenciais, garantindo a segurança de professores, servidores da educação, alunos e da comunidade escolar.

Salas de aula terão novo formato para garantir distanciamento de alunos em Rondônia.



As aulas presenciais na rede pública e privada, que estão suspensas desde o dia 17 de março deste ano, ainda não tem data para o retorno e podem ser suspensas por mais 30 dias, segundo informou o secretário de Finanças de Rondônia, Luís Fernando Pereira da Silva, durante coletiva na manhã desta segunda-feira (13/07). Ele falou ainda que os serviços públicos presencialmente devem retornar somente no final do período crítico do Coronavírus.

CTB: Não retornar às aulas presenciais agora para defender a vida.

Por Marcos Aurélio Ruy
Vários governadores de estados brasileiros planejam o retorno às aulas presenciais para atender aos interesses dos donos de escolas particulares. “Infelizmente no Brasil, não temos uma condução de combate à pandemia pelo governo federal e isso causa confusão, cada estado age como acha que deve agir”, afirma Berenice Darc, secretária de Relações de Gênero da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e de Política Educacional do Sindicato dos Professores do Distrito Federal.

Pandemia vai afetar todas as áreas da educação no país, diz Inep



A crise gerada pela pandemia do coronavírus deverá atingir todas as áreas da educação, mas ainda é cedo para saber quais serão seus impactos. A constatação foi feita nesta quinta-feira (2) pelo pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Gustavo Henrique Moraes, durante apresentação do relatório do 3º Ciclo de Monitoramento das Metas do Plano Nacional de Educação/2020.

O impacto financeiro da crise no Ministério da Educação (MEC) também foi admitido. “O MEC se enfraquece um pouco diante da questão fiscal que o Brasil vive”, disse o presidente do Inep, Alexandre Lopes.

A universidade pós-pandêmica (Como tem sido em outros países):



Por Boaventura de Sousa Santos*

Para compreendermos o que pode vir a passar-se com a universidade é necessário lembrar os ataques principais de que era alvo a moderna universidade pública (UP) antes da pandemia. Foram dois os ataques globais.

Provinham de duas forças que se podem sintetizar em dois conceitos: capitalismo universitário e ultra-direita ideológica. O primeiro ataque intensificou-se nos últimos quarenta anos com a consolidação do neoliberalismo como lógica dominante do capitalismo global.

A universidade passou a ser concebida como área de investimento potencialmente lucrativo. Iniciou-se então um processo multifacetado que incluiu, entre outras, as seguintes medidas: permitir e promover a criação de universidades privadas e permitir-lhes acesso a fundos públicos; invocar a crise financeira do Estado para sub-financiar as UPs; degradar os salários dos professores e flexibilizar a sua ligação à UP de modo a poderem dar aulas nas universidades privadas, promovendo assim uma transferência do investimento público na formação dos professores para o sector privado; instituir o pagamento de propinas onde antes o ensino era gratuito e incentivar as UPs a obter receitas próprias; introduzir a lógica mercantil na gestão das UPs, o que foi feito em diferentes fases: as UPs devem ser mais relevantes para a sociedade, sobretudo formando pessoal qualificado para o mercado; o estatuto de professor e de investigador deve ser flexibilizado (quer dizer: precarizado), acompanhando a lógica global do mercado de trabalho; os estudantes devem ser vistos como consumidores de um serviço e os professores devem ser sujeitos a critérios globais de produtividade; as UPs devem ser geridas como uma empresa como qualquer outra; as UPs devem integrar sistemas de ranking global para permitir aferir “objetivamente” o valor mercantil dos serviços universitários.

Estudo aponta que Professores gastaram mais horas no ensino à distância do que com aulas presenciais.



Os professores dos ensinos básicos e secundário dizem ter despendido mais tempo com o ensino à distância em comparação com os horários com aulas presenciais e assumem que o apoio para ultrapassar as dificuldades veio, sobretudo, por parte dos pares, em vez das equipas de apoio que as escolas criaram para o efeito.

Os resultados são de um estudo do Centro de Investigação em Estudos da Criança (CIEC) da Universidade do Minho.

Dos 2369 professores inquiridos, entre 26 de maio e 12 de junho, a maioria admitiu estar a lidar bem com a situação (61,3%), mas acusaram o cansaço (81,4%), assumindo que o tempo despendido com o ensino e avaliação à distância, em comparação com o horário com aulas presenciais, aumentou (29,8%) ou aumentou muito (59,3%).

PDF: Pedagoga elabora apostila para Educação Infantil com abordagem do coronavírus.



Com o título “Apostila interdisciplinar de apoio pedagógico em tempo de pandemia” o material didático apresenta várias atividades com abordagem do coronavírus e COVID-19, ensinando as crianças da Educação Infantil sobre a importância da máscara, álcool em gel, água, sabão, prevenção com lenços de papel, evitando aglomeração ao brincar, dentre outras ações que precisam ser trabalhadas e serão fundamentais para educação e higiene no retorno das aulas presenciais.

A apostila foi elaborada pela Pedagoga Val Barreto, graduada em Pedagogia pela Faculdade Metropolitana de Porto Velho, com pós-graduação em Especialista em Educação (Supervisão Escolar) pela Faculdade Facibra. Val Barreto também é professora da rede municipal em Porto Velho.

A apostila é disponibilizada em PDF de forma gratuita e pode ser utilizada do Pré I ao 2º ano do Ensino Fundamental I e com crianças com dificuldades de aprendizagem. Através da metodologia do pontilhado, desenho, pintura a lápis, a tinta guache e uso de material concreto como barbante, feijão, arroz, a criança trabalha a coordenação motora, a concentração, o imaginário e outras habilidades.


DOWNLOAD – BAIXE – CLIQUE AQUI

Para 76% dos brasileiros, escolas devem continuar fechadas, aponta Datafolha.



Para 76% dos brasileiros, as escolas devem continuar fechadas nos próximos dois meses por causa da pandemia do novo coronavírus, segundo pesquisa Datafolha. Em todas as faixas etárias e de renda e em todas as regiões do país, a maioria da população defende que as aulas presenciais ainda não sejam retomadas.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O Datafolha ouviu 2.016 pessoas de todo o país na terça (23) e na quarta (24) por telefone, modelo que evita o contato pessoal entre pesquisadores e entrevistados e exige questionários mais rápidos.

Novo protocolo de segurança de volta às aulas é definido pelo MEC



AGÊNCIA BRASIL - O Ministério da Educação (MEC) definiu um protocolo de biossegurança para a retomada gradual das aulas nas instituições do sistema federal de ensino, como medida de prevenção à disseminação do novo Coronavírus. A portaria foi publicada hoje (2) no Diário Oficial da União e diz que o cronograma de retorno das atividades deve ser orientado pelo governo local e pelas autoridades sanitárias.

O protocolo está disponível no portal do MEC e traz orientações sobre medidas de prevenção individual e coletiva, como aferição de temperatura, limpeza e ventilação de ambientes, uso de máscara, disponibilização de álcool gel 70% e respeito às regras de etiqueta respiratória e de distanciamento social. Também deve ser feito o escalonamento do acesso de estudantes a refeitórios e praças de alimentação.

De álcool em gel à máscara: como está sendo a abertura das escolas particulares no Brasil.



A volta às aulas ainda é um assunto espinhoso no Brasil, já que o país concentra um dos maiores números de casos de coronavírus no mundo. Há muito debate em relação a esse tema, pois uma parte dos pais teme levar os filhos para a escola e outra não tem com quem deixar as crianças, com o trabalho também voltando.

Em algumas cidades brasileiras, as escolas particulares já iniciaram sua retomada gradual, principalmente no ensino infantil. Segundo Ademar Batista Pereira, professor e presidente da FENEP — Federação Nacional das Escolas Particulares — com a abertura do comércio em alguns municípios, é essencial que as instituições de ensino também sejam abertas. Segundo ele, as mães que trabalham acabam tendo dificuldades de achar alguém para ficar com os filhos e deixam com os avós, o que não é adequado.

Conselho de secretários de Educação orienta medidas sanitárias e avaliação de alunos no retorno às aulas



O Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) publicou nesta terça-feira um documento com diretrizes para protocolo de retorno às aulas presenciais. Entre as orientações, estão aspectos pedagócios (como definição de revisão curricular e avaliação diagnóstica) e sanitárias.

Entre as medidas de prevenção à doença, estão distanciamento social com a diminuição de alunos por sala, cancelamento de atividades em grupo e sinalização de rotas dentro das escolas para que os alunos mantenham distância entre si.

MEDO: Pequim fecha escolas e universidades após novo surto.



NOTÍCIAS AO MINUTO - A cidade de Pequim vai voltar a encerrar todas as suas escolas e universidades, anunciaram hoje as autoridades locais, após um aumento dos casos do novo coronavírus na capital chinesa. A vice-secretária-geral do governo municipal de Pequim, Chin Bei, disse numa coletiva de imprensa que a cidade passa agora do terceiro para o segundo nível de emergência, no qual as comunidades de vizinhos vão comprovar a identidade e o estado de saúde dos residentes, assim como medir a temperatura.

20 crianças numa sala de aula implica em 808 contatos cruzados em dois dias, alerta universidade.



EL PAÍS: O fim progressivo da quarentena na Europa levanta dúvidas sobre como proceder. Entre os dilemas que mais preocupam está o retorno das crianças e jovens às aulas, previsto para setembro na Espanha. A ministra da Educação espanhola, Isabel Celaá, anunciou há alguns dias que o Governo não considerava necessário o uso de máscaras ou a manutenção de uma distância física mínima nos primeiros quatro anos do ensino fundamental, pois são grupos assimiláveis como famílias ou que mantêm convivência. No entanto, os cálculos matemáticos de pesquisadores da Universidade de Granada (UGR) apresentam resultados que contradizem a ideia de um pequeno grupo familiar.

Supondo uma família espanhola média, composta por dois adultos e 1,5 filhos menores ―dado usado nas operações matemáticas, assumindo que há 10 alunos com um irmão na sala de aula e outros 10 são filhos únicos―, no primeiro dia de aula cada aluno será exposto a 74 pessoas. Isso ocorrerá exclusivamente se não houver contato com alguém fora da sala de aula e da casa da família.

Cobertura do IPAM a teste do COVID-19 é VERGONHOSA!


Por Val Barreto. 

O Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Município de Porto Velho – IPAM, cobre a utilização de testes diagnósticos para infecção pelo Coronavírus, todavia, o exame é feito apenas em caso de internação, no qual o servidor/paciente já está em estágio avançado da doença COVID-19. 

O diagnóstico precoce em servidores que apresentam alguns sintomas ainda no começo da doença é negado na rede credenciada, levando o servidor a pagar o teste em laboratório com valores absurdos, o que tem sido uma prática comum dos servidores em várias outras situações, mas considerando a superlotação do SUS, a cobertura geraria maior equilíbrio e inclusive, o tratamento precoce, preveniria a utilização de menos leitos. 

A questão que fica, é o descaso com a saúde do servidor e a insensibilidade da atual gestão diante da gravidade dessa pandemia, o descaso é perceptível tanto da gestão do IPAM, quanto do Prefeito Hildon Chaves, que já deveria ter flexibilizado a cobertura dos testes e retestes pelo IPAM SAÚDE.

A cobertura vergonhosa tem sido alvo de várias críticas na redes sociais e a frustração dos servidores que pagam o IPAM SAÚDE tem sido cada vez maior, gerando não apenas questionamentos sobre a falta de respeito num momento tão crítico, quanto a possibilidade de cancelar o convênio ou exigir a suspensão dos descontos da mensalidade e elemento moderador, já que o atendimento está precarizado. 

Diante da gravidade da doença, as diretrizes, ou seja, os protocolos da cobertura, mostram-se ultrapassados, podendo significar a morte de servidores ou sequelas, irreparáveis que a COVID-19 costuma causar. Confiram as diretrizes: